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Nesses intervalos, a circulação dos ônibus ocorrerá de forma mais lenta, já que a orientação é para que os veículos trafeguem com até a metade da velocidade máxima permitida, que é de 60 km/h. Além disso, os motoristas deverão parar nas placas com essa sinalização e nos pontos, mesmo que não haja passageiros para embarque ou desembarque.
Conforme o rodoviário, os condutores são obrigados a cumprir tabelas que não levam em conta os obstáculos do trajeto, como tempo de sinaleiras e lentidão. Dessa forma, muitos acabam operando com atrasos de até uma hora. Por isso, uma das críticas da categoria é para que a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) passe a notificar as empresas e não multar os condutores.
Desde janeiro, 334 multas foram aplicadas a motoristas de ônibus de Porto Alegre por excesso de velocidade em corredores, por parada em local inadequado, estacionamento em fila dupla para embarque e desembarque e sinal de farol no corredor.