Pela manhã, no entanto, a EPTC informou não ter registrado nenhuma alteração na circulação dos coletivos. Conforme os rodoviários, os condutores são obrigados a cumprir uma tabela que não leva em conta os obstáculos do trajeto, como tempo de sinaleiras e lentidão, o que, segundo Weber, explica atrasos de até uma hora. A categoria exige, com isso, que as empresas, em vez dos condutores, recebam a autuação.
Desde janeiro, 334 multas foram aplicadas a condutores de ônibus da Capital por excesso de velocidade em corredores, por parada em local inadequado, estacionamento em fila dupla para embarque e desembarque e sinal de farol no corredor. Outra reivindicação da categoria é por uma mudança na forma de ação da EPTC, já que atualmente os agentes apenas emitem multas, sem se preocupar em promover educação para o trânsito, de acordo com Weber.