Nessa manhã, 11 coletivos do consórcio STS deixaram as garagens, mas tiveram de retornar devido à depredação de um ônibus. Já na garagem da Sopal, na zona Norte, os funcionários foram impedidos de bater o ponto hoje à tarde. A alegação é de que o limite para confirmar presença era até as 15h. Os rodoviários dizem, ainda assim, que enquanto as reivindicações não forem atendidas, a greve prossegue.
Integrante da comissão de greve, Alceu Weber disse que os funcionários foram coagidos a retornar ao trabalho durante a madrugada. “Essa tentativa de atribuir a informação de que há motoristas tentando voltar é uma falácia. Os empresários mandaram uma série de mensagens ameaçando os funcionários, mas só os mais novatos caem nessa”, sustenta.