Desde às 7h, diversos ônibus trafegavam pelas ruas de Porto Alegre com velocidade inferior a 30 km/h. A manifestação ocorre principalmente na área da avenida João Pessoa, mas acaba refletindo em vias adjacentes. Muitos passageiros optaram por descer dos veículos e seguir caminhando.
Os manifestantes reivindicam melhorias nas condições de trabalho, redução de carga horária e um aumento salarial acima dos 7,5%, acordado em dissídio. Para Cappellari, a mobilização é organizada por um "grupo político". “São uma minoria que está prejudicando a população e, sem motivo, no nosso entendimento. O dissídio coletivo está sendo cumprido. Eles (rodoviários) já estão, inclusive, recebendo o valor que foi acordado. Esse movimento é político e não tem apoio do Sindicato dos Rodoviários”, enfatizou.
“O motorista de Porto Alegre tem o segundo maior salário do País, apenas alguns centavos a menos que o de São Paulo. E cobrador também tem o maior salário do País. Nós vamos autuar todos os quesitos que a legislação nos permite”, completou.