Segundo o prefeito de Planalto, Antonio Scaravonatto, no início deste ano o governo afirmou não ter verbas para concluir as obras na região. Ele afirma que, há 50 anos, os prefeitos reinvindicam o asfalto para escoamento da produção para a região Sul do Estado. Sem as obras, a comercialização de produtos agrícolas e pedras preciosas fica prejudicada. O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) não se manifestou sobre a continuidade das obras e os motivos da paralisação.
Rodovias são liberadas por manifestantes no Norte do Estado
Moradores de Planalto e de Ametista do Sul reivindicam asfaltamento na ERS 324 e ERS 591
Moradores de Planalto e de Ametista do Sul, na Zona da Produção, liberaram, na tarde desta segunda-feira, a ERS 406, no km 27, e a ERS 324, no km 55, após um protesto que durou mais de sete horas. O grupo reivindica a continuidade do asfaltamento do trecho entre Planalto e Iraí na ERS 324 e do trecho entre Planalto e Ametista do Sul na ERS 591. Cerca de 200 pessoas utilizaram uma carreta, pedras e madeiras para bloquear o entroncamento das duas estradas, em Nonoai, conforme o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM). Foi agendada reunião com o governo do Estado para amanhã e, se não houver acordo, os manifestantes prometem novo bloqueio das rodovias, pelo menos duas vezes por semana.
Segundo o prefeito de Planalto, Antonio Scaravonatto, no início deste ano o governo afirmou não ter verbas para concluir as obras na região. Ele afirma que, há 50 anos, os prefeitos reinvindicam o asfalto para escoamento da produção para a região Sul do Estado. Sem as obras, a comercialização de produtos agrícolas e pedras preciosas fica prejudicada. O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) não se manifestou sobre a continuidade das obras e os motivos da paralisação.
Segundo o prefeito de Planalto, Antonio Scaravonatto, no início deste ano o governo afirmou não ter verbas para concluir as obras na região. Ele afirma que, há 50 anos, os prefeitos reinvindicam o asfalto para escoamento da produção para a região Sul do Estado. Sem as obras, a comercialização de produtos agrícolas e pedras preciosas fica prejudicada. O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) não se manifestou sobre a continuidade das obras e os motivos da paralisação.