Ao todo, o Cremers soma 40 pedidos, 21 deles ainda em análise. Treze ainda dependem do envio de esclarecimentos da AGU e oito foram protolocados na terça-feira passada. O prazo máximo é de 15 dias para que ocorra a análise. Já em relação aos seis médicos cubanos que trabalharão no Rio Grande do Sul, por meio de um convênio entre os dois governos, as solicitações ainda não chegaram, explica o presidente do Cremers, Rogério Aguiar.
Os primeiros oito pedidos foram protocolados pelo Ministério da Saúde no dia 29 de agosto. Com essa liberação, o Rio Grande do Sul se torna o primeiro Estado brasileiro a fornecer o documento para os profissionais, que devem iniciar as atividades nos municípios selecionados a partir de segunda-feira (23).