RS recebe medicamentos para o kit intubação

RS recebe medicamentos para o kit intubação

Fármacos enviados pelo Ministério da Saúde auxiliam no tratamento de pacientes com Covid-19 e que estão em estado grave

Correio do Povo

RS recebe medicamentos para o kit intubação

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O Rio Grande do Sul recebeu neste sábado um lote de medicamentos que compõe o kit intubação, necessários para auxiliar pacientes com Covid-19 e que estão em estado grave. Os fármacos foram enviados pelo Ministério da Saúde. 

De acordo com o governo estadual, a Secretaria da Saúde gaúcha recebeu Fentanila, Propofol, Midazolam e Besilato de Cisatracurio. Os produtos, assim que chegaram ao Estado, foram transportados ao 3º Batalhão de Suprimento, localizado na cidade de Nova Santa Rita. Lá, eles foram armazenados e serão separados para a entrega aos hospitais do Rio Grande do Sul, transferência que deve acontecer nos próximos dias. 

Os remédios que chegaram ao Estado foram divididos nas seguintes quantidades: Fentanila (1.910 ampolas), Propofol (22.620 ampolas), Midazolam (77.850 ampolas) e Besilato de Cisatracúrio (21.450 ampolas). 

"Além do doação vinda por intermédio do Ministério da Saúde, iremos distribuir 150 ampolas de Etomidato, um anestésico do kit intubação comprado pelo Estado", explicou o diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica da SES, Roberto Eduardo Schneiders.

Rateio dos medicamentos 

O rateio dos medicamentos está sendo realizado pelo Departamento de Gestão da Atenção Especializada da SES, a partir de estoques e consumo informados pelos próprios hospitais em levantamento semanal da secretaria. 

“Estamos fazendo os cálculos para uma distribuição justa entre os hospitais. Os estoques estão críticos em diversas instituições, e iremos distribuir para aquelas que estão em situação mais delicada”, diz a diretora do Departamento de Gestão da Atenção Especializada da SES, Lisiane Fagundes.

Conforme a secretária estadual de Saúde, Arita Bergmann, a remessa que chegou hoje representa um "alívio" para a administração estadual. "Os hospitais não estão conseguindo comprar os medicamentos, e o Estado segue mobilizado também. Já fizemos um pregão eletrônico e iremos comprar mais sete itens na próxima semana. Temos também um processo de cooperação com a ONU para compras internacionais e há mais uma compra direta prevista. Tudo para que os pacientes tenham o tratamento adequado”, afirmou. 

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