Segundo o coordenador estadual da Diversidade Sexual, Fábulo Nascimento, parte dos registros no Estado é considerada muito grave. Entre as ocorrências, estão o homicídio de um adolescente, de 16 anos, em Tapes, e a agressão física de uma médica transexual uma briga de trânsito, em Porto Alegre. “Foi um caso bem preocupante”, comentou ele.
Para prevenir situações como essas e coibir a discriminação por orientação sexual, o Estado implementou o programa Rio Grande sem Homofobia, que entre as ações conta com palestras para o funcionalismo público, com o objetivo de qualificar o atendimento ao público LGBT e que ainda prevê uma campanha de conscientização na mídia.
O Disque 100 funciona, diariamente, das 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias são analisadas e, após, encaminhadas aos órgãos considerados competentes. A ligação é gratuita e preserva a identidade.