Com nove casos, o Rio Grande do Sul registrou na terça-feira a menor média móvel de mortes por covid-19 em um ano e meio. A última vez em que o Estado havia atingido o patamar havia sido em 14 de junho de 2020. Nas duas datas, o números de óbitos registrado foi o mesmo: dois
O número ainda é passível de modificação, já que é comum a comunicação das mortes em outras datas pelos municípios. Mas é sintomático do momento da epidemia no Estado, com 87% da população adulta (70% da população em geral) já tendo recebido as duas doses ou a dose única, que garantem o esquema vacinal completo, que oferece maior proteção contra a Covid-19, até a última quinta-feira (9), data da última atualização pelo Ministério da Saúde.
Além dos dados sobre mortalidade, o Estado também apresenta nesta quarta-feira 1.435 leitos UTI Covid livres, uma dos maiores disponibilidades em toda a pandemia. Também a quantidade de leitos comuns ocupados hoje é uma das menores nos últimos 18 meses.
“Temos que comemorar a vida”, comentou a secretária adjunta da Saúde, Ana Costa. “Chegar a este resultado só foi possível porque tivemos muitas atitudes e vamos continuar tendo”.
Ela aponta principalmente o avanço da vacinação como redutor do número de casos e de óbitos. O foco da Secretaria da Saúde no momento é atingir pelo menos os 95,7% com a primeira dose entre os gaúchos acima de 18 anos.
"Estamos em busca de todos que estão com atraso, fornecemos regularmente aos municípios a lista de todo mundo que está com atraso, o que facilita a busca ativa”, comentou. “Precisamos estar focados nas pessoas com maior risco de morrer, que são os adultos que ainda não tomaram segunda dose e os idosos e imunossuprimidos que não tomaram o reforço”.