Ao chegar no posto de saúde diretor Pestana no bairro Humaitá, Padilha realizou a imunização do prefeito José Fortunati; do secretário municipal de Saúde Carlos Casartelli; da primeira-dama do Estado Sandra Genro, além de vacinar uma criança e um doente crônico.
O ministro da Saúde pediu que até dia 26 o público-alvo formado por idosos a partir de 60 anos ou mais; profissionais de saúde; crianças entre seis meses e dois anos; gestantes; indígenas; mulheres com até 45 dias após o parto; e pessoas com doenças crônicas devem se vacinar nos postos de saúde da Capital e do interior do Estado.
Segundo Padilha, a meta do Ministério da Saúde é imunizar 32 milhões de pessoas que integram os chamados grupos prioritários, que incluem também a população carcerária. O ministério disponibilizou cerca de 43 milhões de doses que, este ano, protegem contra os seguintes subtipos de influenza: A (H1N1), A (H3N2) e B. No Rio Grande do Sul, a Secretaria Estadual da Saúde pretende imunizar 2,3 milhões de pessoas. Em Porto Alegre, a meta é vacinar 311 mil pessoas.
Postos fechados
Sobre a abertura de apenas 40% das Unidades Básicas de Saúde (UBS) em Porto Alegre neste sábado, o secretário municipal de Saúde Carlos Casartelli salientou que as 88 Unidades de Saúde da Família estão atendendo desde o início da campanha (15) e seguirão aplicando as doses até o término da vacinação, que oficialmente termina na sexta-feira (26).
Moradores da Capital encontraram hoje só 55 das 140 UBSs funcionando. Para que o morador não perca a viagem, a Prefeitura sugere uma consulta ao telefone 156, o Fala Porto Alegre, que detalha quais postos atendem hoje à população. Já nas 88 Unidades de Estratégia de Saúde da Família (USF), o expediente é normal, com vacinas disponíveis também até as 17h.
Não há risco em doses prontas
Segundo a coordenadora da UBS Pestana, Silvia Casagrande, para agilizar os atendimentos e evitar filas, as doses foram previamente preparadas, sem risco algum ao paciente. “Em um dia como hoje, os profissionais são orientados a aspirar duas ou três doses, deixando-as previamente prontas, armazenadas em um isopor, para dar mais rapidez ao procedimento. Vale ressaltar que isso é feito com segurança, a vacina não perde nenhuma propriedade. Mas, para aqueles pacientes que preferirem ver a vacina sendo injetada, basta que solicitem à enfermeira”, explicou Silvia.
Informações dos repórteres Cláudio Isaías e Dico Reis