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RS tem mais dois óbitos por gripe A e eleva o total para cinco

Todas eram idosas, tinham comorbidade e não haviam se vacinado

Mais dois óbitos por Gripe A foram confirmados pela secretaria estadual da Saúde elevam o total de mortes para cinco casos no Rio Grande do Sul. Nesta segunda-feira a vítima foi uma idosa ( 92 anos) residente em Venâncio Aires. Era diabética, tinha problemas cardiovasculares e não havia sido vacinada, informou o secretário João Gabbardo dos Reis.

O outro caso fatal ocorreu dia 16 passado. Uma mulher de 62 anos, de Nova Santa Rita, faleceu em Porto Alegre. Ela havia se vacinado, mas conforme o secretário ainda não se sabe quando a imunização foi aplicada. Essa informação está sendo apurada. A mulher tinha problemas pulmonares, imunodeficiência e era hipertensa.

Gabbardo lança um alerta à população: nesta sexta-feira, dia 26, se encerra a campanha nacional de vacinação contra a Gripe A e 50% das crianças acima de seis meses e menores de cinco anos ainda não foram vacinadas no Estado. Esse fato é preocupante diante da proximidade do inverno.

No geral, 2,437 milhões de pessoas já foram imunizadas com a vacina no RS. O número, informa o secretário, corresponde a 71% do público alvo - professores, profissionais de saúde, população carcerária, grávidas, idosos e indígenas, entre outros públicos.

“Mesmo que não faça frio nos próximos dias, o que está previsto, as pessoas do grupo de risco devem procurar os postos de saúde, pois a vacina demora de duas a três semanas para proteger contra a gripe”, avisa. Na próxima segunda, adianta Gabbardo, a secretaria fará avaliação da campanha no Estado e definirá quais serão os próximos procedimentos.

A campanha de vacinação contra a gripe termina na sexta-feira. No Rio Grande do Sul, 71% do público-alvo recebeu as doses, até o momento. Conforme o secretário estadual de Saúde, João Gabbardo dos Reis, chama a atenção que a procura pela vacina em crianças – entre seis meses e cinco anos – segue baixa: 51% até o momento. “Nós chamamos a responsabilidade dos pais nesse processo. É importante que essas crianças sejam vacinadas, pois além de elas estarem no grupo prioritário são as que mais precisam da vacina porque podem não ter entrado em contato com a circulação do vírus e, consequentemente, não possuem anticorpos”, salienta.