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RS tem o segundo índice de casamento mais baixo do Brasil

IBGE aponta que taxa de 4,7 para cada mil habitantes deixa o Estado atrás apenas do Amapá

Os gaúchos estão casando cada vez menos. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira na pesquisa Estatística do Registro Civil 2011, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Rio Grande do Sul tem uma das taxas de nupcialidade legal mais baixas do Brasil, de 4,7 para mil habitantes, atrás apenas do Amapá, cujo índice é de 3,9.

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Já o índice nacional é de 7% casamentos para cada mil habitantes. Em 2011, foram registrados 1.026.736 de uniões no País, um acréscimo de 5% em comparação ao ano anterior. As taxas mais elevadas foram obtidas em Rondônia, Distrito Federal, Espírito e Goiás, com 10, 9, 8,6 e 8,6 casamentos para cada mil habitantes, respectivamente.

Divórcios

Já em relação a divórcios, o Rio Grande do Sul segue a tendência nacional. Enquanto no Brasil o índice cresceu de 1,8 para 2,6 entre 2010 e 2011, no Estado o número de casamentos dissolvidos subiu de 1,6 para 2,3 a cada mil gaúchos.

No total no País, foram registrados 351.153 processos judiciais concedidos ou escrituras públicas de divórcio. De acordo com o IBGE, o aumento está relacionado a mudanças na legislação sobre o tema. Em 2011, ele se deve à aprovação da Emenda Constitucional nº 66, que deu nova redação ao parágrafo 6º do Artigo 226 da Constituição Federal.

Com a alteração, os prazos prévios para requerimento de divórcios foram suprimidos o que possibilitou, sem maiores requisitos burocráticos, a dissolução das uniões formais. Esse fator foi, na avaliação do IBGE, “primordial também para que, no cotidiano, o divórcio se tornasse, de vez, a forma efetiva de dissolução dos casamentos, sem etapas prévias necessárias”.

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