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Síndico espera liberação de condomínio onde houve explosão para quarta-feira

Acidente ocorreu no último dia 12 de julho

Moradores conseguiram acessar os apartamentos para pegar pertences e roupas, mas não podem permanecer no local
Moradores conseguiram acessar os apartamentos para pegar pertences e roupas, mas não podem permanecer no local Foto : Ricardo Giusti / CP Memória
Passadas duas semanas da explosão em um apartamento no condomínio Vivendas do Parque, em Porto Alegre, a administração do conjunto habitacional espera encaminhar laudos técnicos, entre terça-feira e quarta-feira, para obter a liberação do prédio. O incidente ocorreu em 12 de julho.

Conforme o síndico, Carlos Biasus, a estrutura do prédio não foi afetada, conforme o laudo confeccionado. Vistorias hidrossanitária e elétrica do condomínio também foram realizadas, porém os resultados oficiais não foram divulgados até o momento. Desde a explosão, os moradores conseguiram acessar os apartamentos para pegarem roupas e pertences, mas não podem permanecer no local.

Biasus se disse confiante de que o prédio seja liberado após a entrega de documentos à Secretaria Municipal de Urbanismo (Smurb). “Entre terça e quarta-feira, devemos entrar nos órgãos públicos (Secretaria do Urbanismo e Defesa Civil) para pedir a liberação. Tudo que tinha de ser cumprido, foi cumprido, a gente está fazendo todo esforço para que as pessoas voltem para suas moradias”, ressaltou.

O síndico do condomínio Vivendas do Parque confirmou que a explosão ocorreu devido ao sistema de gás, em um apartamento isolado. Mais de 200 pessoas vivem no complexo, localizado no bairro Boa Vista.

Relembre

Na tarde de 12 de julho, o prédio registrou uma explosão em dos apartamentos do quarto andar. A Defesa Civil Municipal ratifica que enquanto não for apresentado laudo sobre as condições de estabilidade e segurança do edifício, o condomínio vai permanecer interditado.

Dos três feridos, apenas a moradora do apartamento onde ocorreu a explosão permanece hospitalizada. Cláudia Centeno, de 45 anos, teve partes do corpo queimadas e segue internada com quadro estável no Hospital Cristo Redentor.