Essa é a segunda vez que participa da operação, mas alguns veranistas parecem não conseguir se acostumar. No início, pensou que não iriam respeitá-la, mas estava enganada. “Eles respeitam. Não sei se é porque tem um colega junto. Já ouvi piadinhas, mas nada ofensivo”, relatou.
Há quatro anos na BM, explicou que é preciso manter um preparo o ano inteiro para conseguir atuar. “A nossa força física é menor, por isso, temos que aprimorar a técnica”, disse ela, que mede 1,60 metro. “O estilo de nado é diferente. Precisa saber ler o mar, observar a corrente”, afirmou. A decisão de começar a participar veio por causa da paixão pelo mar, aliada com a gratificação de salvar vidas.