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Sancionada, Isenção de ônibus para BM e bombeiros ainda gera polêmica

Servidores questionam veto do benefício a oficiais das corporações

O veto do prefeito, José Fortunati, à isenção de passagem de ônibus para oficiais abriu debate e polêmica entre os servidores da Brigada Militar, em Porto Alegre. A lei que garante o passe livre nos ônibus a soldados da BM, do Corpo de Bombeiros e guardas municipais sem o uso de fardas foi sancionada e publicada no Diário Oficial do município. Para usufruir do benefício, os servidores deverão apresentar um cartão emitido pela EPTC e usarem o coletivo durante o horário de trabalho ou no deslocamento para a residência.

“No corpo do texto diz que o benefício atinge os integrantes de nível médio, mas abaixo a emenda foi vetada. O pessoal ficou em dúvida. Eles correm o mesmo risco que os soldados”, disse o representante do movimento Pró-BM, Dalvani Albarello. “Acreditamos que não deveria haver essa distinção. Vamos tentar esclarecer o assunto”, afirmou o presidente da Abamf, Leonel Lucas.

A lei beneficiará cerca de 2,5 mil soldados, além de 600 guardas municipais. Para entrar em vigor, a prefeitura precisa regulamentar a matéria em até 90 dias. Neste período, o governo deve avaliar como as identificações serão custeadas e solicitarão ao Comando Regional da BM o número exato dos beneficiados. O impacto nas contas do transporte público também não foi estimado.