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Santa Maria registra o primeiro caso de dengue do ano

Adolescente contraiu a doença durante as férias no Rio de Janeiro

Exames confirmaram que uma adolescente de 16 anos, moradora de Santa Maria, na região Central do Estado, que estava internada no Hospital Universitário com sintomas da doença, estava infectada com dengue. Ela já recebeu alta do Hospital e passa bem. É o primeiro caso do doença no município neste ano. A jovem contraiu a doença enquanto passava as férias no Rio de Janeiro. "Havia outros casos suspeitos, que não foram confirmados como dengue e assim não existe motivos para preocupação", destacou a Superintendente de Vigilância em Saúde da Prefeitura, Selena Michel.

Desde o início deste ano, a Secretaria de Município de Saúde intensifica ações para prevenir a dengue na cidade. A Superintendência de Vigilância em Saúde, por meio dos agentes de saúde e vigilantes ambientais, atua diariamente na busca e identificação de focos, criadouros e pontos de difícil acesso no município. Os profissionais inspecionam, no máximo a cada quinze dias, todos os locais considerados vulneráveis à desova do mosquito Aedes aegypti. No total, foram mapeados mais de 600 locais.

De acordo com Selena Michel, os pontos são identificados, cadastrados e constantemente atualizados. “Estamos trabalhando a todo vapor contra a dengue”, ressalta. Além destas ações, os agentes percorrem escolas da rede pública e particular e empresas do município a fim de conscientizar a população para a importância da prevenção. “Entregamos vídeos e materiais para as escolas trabalharem com os alunos”, destaca.

Ela lembra que a dengue, transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado, pode se manifestar das formas clássica e hemorrágica. Na primeira, a doença é de baixa letalidade, mesmo sem tratamento específico, e apresenta febre alta, dor de cabeça, dor nas articulações e ossos, erupções na pele como sarampo, náuseas e vômitos. Já na forma hemorrágica, a doença acarreta em febre alta, com manifestações de hepatomegalia, condição na qual o tamanho do fígado aumenta, e insuficiência circulatória. Neste caso, a letalidade é significativamente maior do que na forma clássica.


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