Geral

Secretário descarta alterações no plano de carreira do magistério

Executivo afirma que principal empecilho para o pagamento é o indexador

O secretário estadual de Educação, José Clóvis de Azevedo, descartou mexer no plano de carreira do magistério para pagar o piso nacional da categoria. Na segunda-feira, o secretário da Casa Civil, Carlos Pestana, havia desabafado que para pagar o piso corrigido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) seria necessário alterar o plano.

Azevedo afirma que o principal empecilho para o pagamento é o indexador, já que o MEC determina o reajuste pelo Fundeb. O governo entende que o piso deve ser reajustado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O secretário disse que um projeto do executivo está no Congresso Nacional e que irá para plenário para tentar alterar o indexador.

No começo da semana, a Justiça determinou que o Estado pague o piso nacional dos professores, reajustado em 22%, o que elevou o vencimento para R$ 1.451 para 40 horas semanais.

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