Passeatas e outras manifestações estão previstas para ocorrer em todas as regiões do Rio Grande do Sul para pedir a implementação do piso nacional e dos planos de carreira. Às 17h, os professores se reúnem no Gigantinho, em Porto Alegre, para lançar o movimento em defesa da educação pública.
A Secretaria da Educação divulgou nota para informar que considera a sexta-feira como dia letivo. "Em casos de paralisação por parte de alguma escola, a direção é responsável pela alteração de seu calendário letivo para recuperar o dia parado, garantindo até o final do ano os 200 dias letivos e 800 horas/aula, como prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB)."
Estado afirma que 20% dos professores deixaram de trabalhar hoje e sindicato contabiliza 60% / Foto: Pedro Revillion