A paralisação na rede estadual busca “denunciar” os 500 dias do governo Tarso Genro. Segundo a secretária, a direção do Cpers apresentou 17 pontos para o governo no ano passado e, destes, 16 já foram cumpridos, faltando apenas o pagamento do piso do magistério. Ainda conforme Maria Eulália, o reajuste concedido até 2014, 76,78%, será dez vezes maior que o concedido aos professores durante o governo anterior. Por isso, ela pede que a comunidade compreenda as ações do governo. “Vemos com surpresa a direção do sindicato recusar avanços que caminham em direção ao piso. Esperamos que os professores e a sociedade reconheçam esse esforço concreto, não é discurso, de valorização salarial e profissional”, explica.
A data escolhida para a paralisação é a véspera do dia do pagamento do complemento anunciado pelo Piratini para que nenhum professor ganhe menos de R$ 1.451 para 40 horas semanais de trabalho. O sindicato é contra o abono.