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Secretaria da Saúde cobra plano de atendimento a Covid-19 dos municípios no RS

Secretária reforçou necessidade de evitar que pessoas com sintomas procurem emergências hospitalares

Secretária procurou alinhar ações com municípios nesta sexta
Secretária procurou alinhar ações com municípios nesta sexta Foto : SES / Divulgação / CP

A secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, reiterou nesta sexta-feira, em reunião no Centro de Operações de Emergência, a necessidade de que os municípios gaúchos definam o fluxo de atendimento local para pacientes com suspeitas de infecção pelo novo coronavírus. O objetivo é evitar que as pessoas com sintomas procurem emergências hospitalares, podendo vir a comprometer a capacidade de atendimento. 

“Recomendamos que cada secretaria municipal defina e informe a sua população qual o serviço de saúde que deve ser buscado nos casos suspeitos”, reforçou a secretária, em um encontro que contou com a participação de instituiçoes parceiras da pasta, como o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde, Telessaúde, Federação das Santas Casas, Sindicato dos Hospitais de Porto Alegre, Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, Ministério Público Estadual e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A secretaria enfatizou que quadros leves devem ser atendidos pela Atenção Básica.

Nessa quinta, o Hospital de Clínicas de Porto Alegre passou a adotar medidas para restringir a circulação de pessoas: a direção passou a permitir apenas um visitante por paciente internado e um acompanhante por paciente em consulta, além de proibir a circulação de crianças pelo hospital.

Na reunião, também foi debatido o decreto etadual publicado nesta sexta, que recomenda a suspensão, durante 30 dias, de viagens internacionais ou interestaduais e de reuniões de capacitação. Além disso, também foram passadas orientações aos municípios e serviços de saúde acerca do atendimento aos casos suspeitos. 

O último levantamento públicado pela SES, publicado ontem, mantinha quatro casso confirmados de covid-19 no RS – dois deles em Porto Alegre. Havia também 81 suspeitas, espalhadas em 20 cidades diferentes.