A proposta do MPT visando por fim à greve previa reajuste de 7,5%, vale-refeição de R$19 e desconto de R$10 de contribuição do plano de saúde. Os empresários também fizeram nova oferta de reajuste de 7,5%, vale-refeição de R$18 e isenção de contribuição do plano de saúde.
Um trabalhador, que integra a comissão de negociação, revelou que a expectativa é de que um percentual de aumento salarial de 7.5% seja rejeitado pela assembleia dos rodoviários.
Mais cedo, a A desembargadora Ana Luiza Heineck Kruse propôs acordo prevendo 7,5% de reajuste, contribuição por funcionário no plano de saúde de R$ 10 e vale-refeição de R$18. Os empresários aceitaram conceder 7,5% de aumento, se a medida pusesse fim à greve. Já os trabalhadores queriam reajuste de 8,5% para cumprir a determinação da Justiça de colocar 70% da frota nas ruas e manter a negociação, o que é rejeitado pelos patrões.