Os vigilantes não estão impedindo a entrada da população nos postos, mas garantem que não devem trabalhar hoje. “Essa empresa vem com problemas desde janeiro. Demitiram trabalhadores e não pagaram a rescisão. Temos feito denúncias ao Ministério do Trabalho”, afirmou o vice-presidente do sindicato da categoria, o Sindivigilantes, Eduardo Moreira da Silva.
A empresa terceirizada afirma que os salários dos cerca de 120 trabalhadores estão em dia. Apenas os vencimentos dos vigilantes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), também contratados pela empresa, estão sendo pagos fora do prazo, segundo o diretor Marcus Guidio. No entanto, o instituto nega qualquer atraso.
A prefeitura de Porto Alegre e a Secretaria Municipal da Saúde foram contatadas pela reportagem da Rádio Guaíba, mas ainda não se pronunciaram sobre o caso.