Em greve desde o dia 11, a categoria, que pedia aumento de 43,7%, decidiu aceitar índices mais baixos, mas a posição da estatal se manteve inalterada. A greve, com isso, prossegue e, na quinta-feira, o presidente do TST, João Oreste Dalazen, deve julgar o dissídio coletivo da categoria.
No final de semana foi realizado um mutirão para colocar em dia as encomendas e minimizar os prejuízos à população. No Estado, cerca de 850 mil entregas foram realizadas. Conforme os Correios, hoje o atraso é de um dia de entregas, o correspondente a 1,7 milhão de encomendas.
Os serviços com hora marcada (Sedex Hoje, Sedex 10, Sedex 12 e Disque-coleta) seguem suspensos enquanto durar a paralisação. A empresa estima em 10% a adesão no Rio Grande do Sul (800 de 8 mil funcionários). O maior problema ocorre na distribuição.