Os servidores da Companhia de Processamento de Dados do Rio Grande do Sul (Procergs) decidiram seguir com sua paralisação, nesta quinta-feira. Conforme a diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados do Rio Grande do Sul, Vera Guasso, a greve da categoria, que chega ao terceiro dia, prossegue por tempo indeterminado, já que a direção não aprovou os índices de aumento real solicitados pelos servidores.
Vera informou que uma reunião, provavelmente ainda nesta sexta, deve reunir a direção e os trabalhadores para negociar uma proposta de pagamento de reposição escalonada. A adesão de trabalhadores, conforme o movimento grevista, chega a 80% dos 960 servidores da companhia.
O grupo quer reposição real de 5% nos salários e benefícios alegando defasagem em relação a outras empresas de Tecnologia da Informação. A média salarial se mantém em R$ 2,8 mil e em outros locais no Estado chega a R$ 4,8 mil.
Os trabalhadores firmaram compromisso de ingressar na empresa sempre que forem constatados problemas em sites e processamento de dados para sanar deficiências que prejudiquem a população. De acordo com o sindicato, não é essa a intenção dos grevistas.
Sem acordo salarial, servidores mantém greve na Procergs
Mesmo parados, servidores se comprometeram a sanar problemas que prejudiquem a população