O diretor de trânsito da EPTC, Carlos Pires, disse que o órgão já pediu, diversas vezes, que os manifestantes avisem as autoridades, a fim de minimizar os riscos de acidente. A Brigada Militar também informou não ter sido notificada. Dois integrantes do movimento foram procurados, mas não atenderam às chamadas de celular. Na época do acidente, os participantes relataram que a causa busca apresentar à sociedade uma alternativa para o uso de carros. Eles admitiram não alertar a Brigada Militar, nem a EPTC, sobre as chamadas "bicicletadas".
No dia 25 de fevereiro, Ricardo Neis, condutor de um Golf preto, jogou o carro contra um grupo de ciclistas e fugiu, no bairro Cidade Baixa. Pelo menos oito feridos foram levados para o Hospital de Pronto Socorro (HPS). Todos já receberam alta. Mais de 20 bicicletas foram danificadas.
O evento na Capital se repete uma vez por mês, sempre na última sexta-feira.
Confira vídeo do protesto desta noite: