A categoria reclama que já recuou do valor inicialmente pedido - 5% de ganho real -, além da reposição do INPC, mas o Palácio Piratini é inflexível. O diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados do RS (Sindippd), Ormar Rosa, afirma que o exigido é um ganho real de 2,5%, sendo que a proposta encaminhada é de 1%, agora, e o restante para a metade do ano que vem, quando ocorre a data-base dos servidores.
O dirigente acrescentou que, após reunião na Casa Civil, não houve aceitação por parte do Estado e a greve pode passar a atingir os serviços essenciais. Os manifestantes estimam que a adesão à paralisação é de 70%.