A assembleia geral dos municipários realizada no fim da semana passada decidiu pelo estado de greve com uma agenda de mobilização, vigílias e por nenhum direito a menos. O presidente do sindicato, Guilherme Runge, informou que foram aprovadas contrapropostas alternativas para enfrentar a crise sem retrocesso nos direitos historicamente conquistados. O documento foi entregue à Administração e nessa segunda-feira uma nova rodada de negociação aconteceu com o Executivo.
No entanto, segundo Runge, não houve nenhum tipo de avanço significativo e, nesta terça o funcionalismo deverá ocupar o plenário da Câmara de Vereadores durante a sessão. O prefeito de Cachoeirinha, Miki Breier, disse que é imprescindível a readequação da cidade à adoção de novas medidas em razão, também os gastos com a folha de pagamentos e em virtude da queda do repasse de ICMS.
“Estamos passando por um impasse por conta da crise financeira e é extremamente necessária a intervenção com este conjunto de medidas. Dois dos itens sofrerão uma readequação. Uma delas que diz respeito ao risco de vida dos Guardas Municipais e agentes de Trânsito e a outra referente ao auxílio alimentação", declarou o prefeito.
Servidores de Cachoeirinha devem ocupar plenário da Câmara de Vereadores
Funcionalismo está em estado de greve