A categoria reivindica aumento real de 4% para todos os servidores e equiparação do vale-alimentação ao valor pago aos funcionários do Hospital de Clínicas, considerado parâmetro para os servidores federais. “A nossa luta é para fechar ainda as convenções de dissídio coletivo do ano passado. Mas temos outros pontos importantes que fecharam a greve de 2012 como o subsídio de R$ 350 para a alimentação. Além disso, queremos acabar com a partidarização na eleição nos gestores do GHC. A interferência partidária no dia a dia é muito grande”, sustenta o presidente da Associação dos Servidores, Valmor Guedes.
Os trabalhadores não descartam a participação em reunião de negociação com a direção do GHC. Está agendada uma nova assembleia no dia 7 de março para uma nova rodada de propostas da administração. Em reunião no último dia 21, a diretoria do hospital informou que não haveria qualquer concessão de aumento. A direção do grupo ainda não se manifestou a respeito da ameaça de greve.