De acordo com Augustin, tanto na enfermagem quanto na área de segurança o número de servidores está aquém do necessário para atender os pacientes que cumprem pena e que, por terem características diferenciadas, apresentam comportamento imprevisível. Na semana passada, um homem foi assassinado dentro do IPF por outro interno que entrou com uma faca no prédio. Conforme o presidente do sindicato, um técnico de enfermagem conseguiu se defender da agressão de outro interno porque tinha noções de artes marciais e imobilizou o agressor.
Augustin acredita que se houvesse agentes penitenciários na instituição provavelmente o crime não teria ocorrido. “As pessoas que entram no prédio seriam revistadas”, comentou. Segundo o sindicalista, o último concurso público do IPF foi realizado em 1998. Ele conta que seriam necessários pelo menos 30 técnicos e auxiliares de enfermagem e 50 agentes penitenciários para suprir a demanda.