Após virem à tona os detalhes da operação da Polícia Federal que investigou desvio de recursos públicos, a maior parte deles administrados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) - o que levou ao pedido de demissão do atual Secretário-Executivo da Pasta, Paulo Roberto Pinto -, o ministro Manoel Dias declarou à imprensa que vai pedir a contratação temporária de funcionários terceirizados para verificar a legalidade dos convênios firmados entre o Ministério e diversas ONGs, que segundo a PF geraram prejuízo de R$ 400 milhões aos cofres públicos.
O sindicato entende que as atividades de controle, supervisão e auditoria de convênios (PlanTec, PlanSeq e PNQ) cabem aos servidores públicos efetivos do Quadro Permanente do MTE, lotados na Secretaria de Políticas Públicas de Emprego.