A categoria é contrária ao que chama de "precarização e redução no atendimento" aos trabalhadores e dependentes do Correios Saúde. Segundo o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos do Rio Grande do Sul (Sintect/RS), Vítor Rittman, a empresa age de forma unilateral, descumprindo cláusula do Acordo Coletivo, precarizando o atendimento na saúde da categoria e contrariando as expectativas dos trabalhadores.
Em outubro do ano passado, os trabalhadores dos Correios ficaram quase um mês com os braços cruzados e só voltaram às atividades com o julgamento do dissídio da categoria pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). Os grevistas tiveram reajuste de 8%, valor que já era ofertado pela empresa, e receberam prazo de seis meses para compensar os 26 dias parados com duas horas extras diárias.