A Procuradoria-Geral do Estado entendeu, após consulta feita pela Secretaria Estadual da Saúde, que o Executivo não pode pagar as indenizações dos ex-funcionários da Fugast. Segundo os procuradores, como o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou o convênio entre a fundação o Sistema Único de Saúde (SUS), a medida seria ilegal.
A responsabilidade recai agora sobre a fundação, que informou não ter recursos próprios para o pagamento dos servidores. São mais de 500 funcionários demitidos devido ao fim convênio. Como a maioria dos trabalhadores atuava há mais de 15 anos, o valor de cada indenização é superior a R$ 10 mil.