Segundo a assessoria do Sindicato, a emergência do São Lucas com frequência opera com lotação três vezes superior à capacidade, o que reflete um dos graves problemas na saúde pública no Estado e no País. A carência do sistema contribui para que casos de violência como esse se tornem rotina. O Simers destaca que discussões verbais fazem parte da rotina de médicos de hospitais públicos no Estado.
Na terça-feira, um paciente teria supostamente agredido uma médica que não quis efetuar o procedimento solicitado, no Hospital Conceição. O Sindicato cobra dos órgãos responsáveis maior segurança nos hospitais, com a colocação de policiais na porta das emergências públicas.