“O trabalhador não vai querer acatar. Não posso obrigar as pessoas trabalharem se não querem. Todo mundo está mobilizado para fazer greve, pois é uma luta nacional”, disse para a Rádio Guaíba.
Já a Associação dos Transportadores de Passageiros por Lotação (ATL) confirmou que 50% da frota irá operar nesta quinta na Capital. A ATL ressaltou, que caso haja falta de segurança nas imediações das garagens, os motoristas poderão aderir à paralisação.
A decisão judicial é da vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRF4), desembargadora Rosane Serafini Casa Nova, que deferiu medida cautelar solicitada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). “A paralisação total do transporte público prevista para o dia de amanhã, afetará de forma direta o direito de ir e vir de todos os cidadãos que necessitam do transporte público coletivo”, destacou a magistrada. A Justiça prevê uma multa de R$ 50 mil ao sindicato que descumprir a ordem. A desembargadora solicitou que a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) fiscalize o cumprimento da determinação.