Em Porto Alegre, segundo registros da EPTC, mais de 10 mil profissionais conduzem os 3.920 táxis da cidade. De acordo com o determinado, os taxistas, tanto homens como mulheres, terão de utilizar camisa social (manga curta ou longa) ou camisa pólo na cor azul e calça social ou jeans em cores escuras. As peças devem ser lisas, sem estampas, manchas ou descolorações. Não é permitido o uso de bermuda, chapéu ou boné. O taxista pode optar, ainda, entre calçados fechados e sandálias.
Nozari enfatiza que a Lei nº 11.582, que entrou em vigor em 21 de fevereiro de 2014, não estabelece cor para o uniforme. Ele defende que o texto seja respeitado na íntegra e sustenta que, da forma como divulgou a EPTC, o azul se mostra imposição. “O que está na lei é o que vamos defender. Determinar cor gera custo. Vamos nos reunir e ver o que o pessoal acha. Não pode ser imposto, o convencimento é o melhor caminho “, avaliou.
Em contrapartida, o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, fala que a categoria aprovou a medida e está sendo orientada. “Já tivemos reuniões e seguimos em contato com os sindicatos e permissionários dos táxis. Essa medida é importante para criar uma identidade para os taxistas, assim como já acontece com os rodoviários e motoristas de lotações. A categoria opinou sobre o tipo de vestuário e está de acordo com o padrão estabelecido”, declarou.