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Sindicato e secretário divergem sobre paralisação na saúde de Porto Alegre

Simpa afirma que 60% dos profissionais da saúde aderiram à greve dos municipários

O Sindicato dos Municipários (Simpa) informou, nesta tarde, que a greve da categoria conta com adesão de 60% dos profissionais de saúde de Porto Alegre. Seriam enfermeiros, técnicos de enfermagem, dentistas, fisioterapeutas, psicólogos, entre outros que teriam aderido ao movimento. De acordo com o sindicato, no Hospital de Pronto-Socorro (HPS), cerca de 20 servidores do pronto-atendimento paralisaram as atividades nesta manhã e vão continuar mobilizados durante o dia. Apenas casos de emergência estão sendo atendidos.

A situação é a mesma nos principais pronto-atendimentos da Capital, localizados nos bairros Restinga, Lomba do Pinheiro e Vila Cruzeiro. Os serviços mais prejudicados são as consultas marcadas – que serão reagendadas –, aplicação de vacinas e curativos.

Os médicos realizam assembleia nesta terça-feira, na sede do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), para decidir se vão ou não aderir à greve. Os municipários pedem reajuste de 18% – valor descartado pelo prefeito José Fortunati. O governo oferece aumento de 6,5%.

Secretário diz que paralisações são pontuais

O secretário de Saúde de Porto Alegre, Carlos Henrique Casartelli, minimizou a paralisação dos servidores da saúde. Ele afirmou que as paralisações são pontuais e que não prejudicam o atendimento. Por lei, os manifestantes são obrigados, mesmo em greve, a manter 30% do efetivo para atender à população. 

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