A situação é a mesma nos principais pronto-atendimentos da Capital, localizados nos bairros Restinga, Lomba do Pinheiro e Vila Cruzeiro. Os serviços mais prejudicados são as consultas marcadas – que serão reagendadas –, aplicação de vacinas e curativos.
Os médicos realizam assembleia nesta terça-feira, na sede do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), para decidir se vão ou não aderir à greve. Os municipários pedem reajuste de 18% – valor descartado pelo prefeito José Fortunati. O governo oferece aumento de 6,5%.
Secretário diz que paralisações são pontuais
O secretário de Saúde de Porto Alegre, Carlos Henrique Casartelli, minimizou a paralisação dos servidores da saúde. Ele afirmou que as paralisações são pontuais e que não prejudicam o atendimento. Por lei, os manifestantes são obrigados, mesmo em greve, a manter 30% do efetivo para atender à população.