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Sindilojas aponta queda de 25% no faturamento do comércio com protesto

Além de prejuízos com depredações, lojistas sofreram com redução nas vendas e aumento de gastos com segurança

Além de prejuízos com depredações, lojistas sofreram com redução nas vendas e aumento de gastos com segurança
Além de prejuízos com depredações, lojistas sofreram com redução nas vendas e aumento de gastos com segurança Foto : Tarsila Pereira / CP Memória
Os protestos realizados em Porto Alegre e o vandalismo cometido contra lojas do Centro, Azenha e Cidade Baixa em junho se refletiram no faturamento do comércio. A informação consta em levantamento feito pelo Sindicato dos Lojistas de Porto Alegre (Sindilojas), que aponta queda de, em média, 25% na arrecadação do mês em relação ao mesmo período de 2012.

Além da diminuição do fluxo de consumidores nas ruas e dos prejuízos causados pelas depredações e saques, o comércio também teve aumento de despesas. O presidente da entidade, Ronaldo Sielichow, afirma que a maioria dos lojistas teve de reforçar os sistemas de segurança, instalando câmeras e alarmes, gerando um aumento de cerca 15% nos custos operacionais. Os estabelecimentos mais atingidos chegaram a ter 70% de despesas extras do mês.

Como as seguradoras não cobrem os prejuízos, Sielichow prevê que a situação possa inclusive levar lojas de menor porte ao fechamento. “Para grandes redes do varejo, estes fatos já causaram muito impacto. Para pequenos lojistas, o prejuízo pode ser irreparável”, sustenta.

Os mais de R$ 3 milhões de perdas em saques, pichações, vidraças e equipamentos quebrados, aliados à diminuição da venda, assustaram lojistas e trabalhadores do comércio. Para auxiliar os comerciantes, o Sindilojas colocou à disposição a assessoria jurídica, com consulta gratuita para orientações iniciais sobre medidas legais que podem ser tomadas em relação às ocorrências.

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