Além da diminuição do fluxo de consumidores nas ruas e dos prejuízos causados pelas depredações e saques, o comércio também teve aumento de despesas. O presidente da entidade, Ronaldo Sielichow, afirma que a maioria dos lojistas teve de reforçar os sistemas de segurança, instalando câmeras e alarmes, gerando um aumento de cerca 15% nos custos operacionais. Os estabelecimentos mais atingidos chegaram a ter 70% de despesas extras do mês.
Como as seguradoras não cobrem os prejuízos, Sielichow prevê que a situação possa inclusive levar lojas de menor porte ao fechamento. “Para grandes redes do varejo, estes fatos já causaram muito impacto. Para pequenos lojistas, o prejuízo pode ser irreparável”, sustenta.
Os mais de R$ 3 milhões de perdas em saques, pichações, vidraças e equipamentos quebrados, aliados à diminuição da venda, assustaram lojistas e trabalhadores do comércio. Para auxiliar os comerciantes, o Sindilojas colocou à disposição a assessoria jurídica, com consulta gratuita para orientações iniciais sobre medidas legais que podem ser tomadas em relação às ocorrências.