No Rio Grande do Sul, existem mais de 300 espécies de abelhas. Segundo a Smam, o aparecimento de enxames é maior durante o verão. Quando são retiradas de praças e parques, as colmeias são encaminhadas a apicultores, que muitas vezes se encarregam de recolhê-las.
A população, que pode entrar em contato diretamente com a Associação Gaúcha dos Apicultores no caso de ocorrências em áreas particulares. No caso de uma emergência, os bombeiros devem ser acionados. O comandante do 1º Comando Regional de Bombeiros (1º CRB), tenente-coronel Roget Kopczynski da Rosa, recomenda que as pessoas não procurem retirar as abelhas por conta própria . “Deve-se isolar a área”, orienta. O 1º CRB atende pelo 193.
A Smam ressalta que as abelhas não atacam se não forem importunadas. A orientação é que a população evite se aproximar das colmeias ou atacar os insetos. A secretaria alega que vários procedimentos estritamente técnicos são adotados em relação às colmeias de abelhas para garantir a segurança da população e também a preservação das árvores nativas onde estão os enxames.
Para remover enxame, é preciso abrir uma “janela” na árvore, a fim de acessar os favos, o que prejudica o vegetal. Após o procedimento, é fechada a abertura para afastar o risco de apodrecimento pela cavidade com a entrada de fungos e bactérias. Com base na legislação em vigor, que proíbe a criação de abelhas em áreas urbanas, a Smam age assim tanto para a preservação das abelhas sem ferrão como para a segurança da população. No caso de enxames e colmeias em áreas públicas da Capital, é necessário ligar para o número 156.