Segundo o presidente, o impedimento imediato do uso de animais nas atividades de pesquisa pode acarretar em prejuízos no campo científico, levando em conta as informações da UFSM de que existem vários projetos em curso que dependem desse tipo de utilização. A universidade também alegou impacto econômico, uma vez que essas pesquisas foram contempladas com recursos financiados na ordem de mais de R$ 20 milhões.
Hirose ressaltou que, embora veja como necessária a adoção de métodos substitutivos pelo meio científico, a utilização de animais em atividades de ensino e pesquisa está devidamente regulada por lei. Ele frisou ainda que não há qualquer demonstração de que a universidade venha dispensando tratamento cruel aos animais nas práticas de ensino. A ação permanece com a Justiça Federal de Santa Maria, que ainda precisa analisar o mérito da questão.