Barbato, que se reuniu nesta sexta-feira com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que a inclusão desse tipo de computador portátil no programa de incentivos fiscais “vai facilitar a introdução do produto no País”. O presidente da Abinee informou que, com o incentivo, fabricantes de computadores com fábricas no Brasil conseguiriam colocar os tablets no mercado nacional em, no máximo, quatro meses.
“O governo também quer baratear o tablet, porque faz parte da política de informática”, disse Barbato. Além do apoio do governo federal, no entanto, o setor industrial considera fundamental a participação dos estados, com a desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Barbato lembrou que o Brasil é o terceiro maior mercado de computadores do mundo e que algumas empresas, como a Apple, estão percebendo que perdem oportunidades por não ter fábricas no país. Na última quarta-feira, a vice-presidente mundial para Assuntos Governamentais da Apple, Catherine Noveli, esteve no Ministério das Comunicações para se reunir com o ministro Paulo Bernardo. No final do ano passado, o empresário Eike Batista manifestou interesse em instalar uma montadora da Apple no Brasil.