Tarso lembrou que o Rio Grande do Sul sofre continuamente com a seca e que, a cada vez que ocorre, parece que o Estado virá abaixo. "Não é isso, estamos aparelhados, através da Defesa Civil, para diminuir os danos sociais e humanos”, ressaltou. Ele disse que a ajuda aos atingidos está sendo fornecida através de ações como a distribuição de alimentos e o financiamento de produções perdidas. Paralelamente, serão tomadas outras medidas, a serem anunciadas posteriormente.
O governador explicou que há condições de liberar mais recursos para as áreas castigadas pela falta de chuva. A partir do momento que os prefeitos prestarem contas, a ajuda vai sendo repassada, segundo Tarso. Em uma segunda etapa será solicitado mais dinheiro ao governo federal.
Tarso fez, ainda, um balanço das ações realizadas a partir da primeira assembleia de verão da qual participou, no ano passado. O governador afirmou que, na ocasião, foi anunciado que o Estado iria mudar o relacionamento com as prefeituras. "Governar sem jogar pedra no passado, sem desqualificar os projetos propostos anteriormente", ressaltou.
No primeiro orçamento enviado à Assembleia Legislativa, segundo o governador, foi proposto aumento de recursos para três áreas fundamentais: saúde, educação e segurança pública. Isto, além do contato com agências internacionais de financiamentos, fez com que o Estado saísse da crise, realizando investimentos, através de uma estratégia financeira inovadora.
Cerca de 300 prefeitos compareceram ao auditório da prefeitura de Tramandaí, local em que ocorre o evento, nesta quinta e sexta-feira, e onde serão debatidos problemas relativos aos municípios. Entre eles, transporte escolar, eleições de 2012 e projeto de resgate de valores. Além de Tarso, estiveram presentes o presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Marco Maia (PT-RS) , o presidente da Famurs, Mariovane Weis, o prefeito de Tramandaí, Anderson Hoffmeister, entre outras autoridades.