Segundo o professor de Geografia Fabiano de Souza Marques, a tartaruga mede mais de um metro e parecia debilitada. “Temos a orientação de sempre entrar em contato com o Ceclimar (Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos) e a Patram (Patrulha Ambiental) em casos como este, de animais feridos na beira da praia”, contou.
Técnicos do Ceclimar se deslocaram para o local e, pelas fotos, identificaram o animal como uma tartaruga marinha gigante de couro. Essa espécie vive em águas profundas do oceano e geralmente desova no Estado do Espírito Santo.