A pesquisa foi realizada pela Vigilância em Saúde do município em 14.287 imóveis. Dos 76 bairros consultados, 31 estão com índice classificado como alto risco, superior a 3,9%. Só quatro bairros estão em condição satisfatória, com taxa de infestação predial inferior a 1%. Em 41 bairros, a incidência encontrada foi de risco médio. Em 667 imóveis, foi identificada a presença de Aedes aegypti e em 884 foram constatados criadouros de larvas do mosquito.
Em comparação ao levantamento de janeiro, foi observada uma elevação de 1,8% na infestação predial. Conforme a Vigilância em Saúde, o amento do índice revela “um crescimento potencial da quantidade de mosquitos quando existe condições ambientais favoráveis para isso, o que pode conduzir rapidamente para uma situação de transmissão da dengue. A principal medida de prevenção é evitar o acúmulo de água parada – como em vasos de plantas ou pneus em desuso”.