Condutores reuniram os veículos próximo ao Palácio da Polícia, na avenida Ipiranga, e chegaram a bloquear a via na esquina com a João Pessoa.
O destino final foi o Palácio Piratini, sede do governo do Estado. Os motoristas prenderam nos carros fitas pretas para simbolizar o luto pela execução dos colegas – mortos com tiros na cabeça.
Um grupo de taxistas já havia realizado protesto que terminou em frente à casa do governador Tarso Genro, no bairro Rio Branco. Líderes da categoria foram recebidos por Tarso e ouviram a promessa de mais rigor nas barreiras policiais pela Capital.A primeira morte, confirmada pela polícia, foi de Cláudio Gomes, 59 anos, encontrado no bairro Mário Quintana, zona Norte da Capital.
Eduardo Ferreira Haas, 31 anos, foi encontrado morto na rua São Jerônimo, bairro IAPI. Ele ficava em um ponto na avenida Assis Brasil, em frente à Igreja São José. O veículo Corsa Classic que ele conduzia foi abandonado na rua Mata Bacelar, no bairro Auxiliadora.
Edson Roberto Loureiro Borges, 50 anos, que conduzia um Passat e atuava em uma empresa de tele-táxi, foi localizado na rua Dos Nautas, na Vila Ipiranga. O veículo foi abandonado na rua Bogotá, entre os bairros Jardim Lindóia e São Sebastião.