Geral

Taxistas reclamam que BM realiza blitze sem revistar passageiros

Comandante do CPC diz que orientação é para que todos dentro do táxi sejam identificados

O presidente da Associação Nacional da Família Taxista, Luiz Adriano Mesquita Soares, reclama da forma como estão sendo feitas as blitze da Brigada Militar (BM) em Porto Alegre, principalmente após a morte de um motorista  no último sábado, na zona Sul da Capital. Segundo ele, os motoristas estão sendo revistados, mas os passageiros não.

Nessa manhã, foram realizadas barreiras a táxis na avenida Nilo Peçanha e na esquina da avenida Farrapos com a rua Barros Cassal. De acordo com Soares, os veículos foram abordados sem que os passageiros fossem identificados ou revistados. A revista de todos que estão no táxi é a principal reivindicação da categoria, que promete protestos caso o procedimento não seja revisado.

O titular do Comando de Policiamento da Capital, coronel Antero Batista Homem, diz que a orientação é exatamente o contrário. “O passageiro deve ser identificado e, se for o caso, revistado. Se o soldado entender que há alguma suspeita, aí sim o motorista deve ser revistado, mas depende de cada situação”, explica.


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