“Foram 12 volumes e 4 mil páginas”, informou Reden. A intenção foi verificar a consonância dos cálculos tarifários e por que o reajuste ocorreu em percentual superior à inflação. “O MPC também solicitou uma avaliação da Câmara de Compensação Tarifária, o detalhamento de todos os itens da planilha e uma análise da margem de lucro das empresas, entre outros pontos”, disse.
Quanto à acessibilidade, o índice é de 60% (era 20% em 2004); o Índice de Passageiros por Quilômetro é de 1,89 (2,81 em 2004); 330 mil usuários (31,88%) circulam por dia na Capital sem pagar tarifa. Sobre o ar-condicionado, a média gira em torno de 22% da frota, desde 2004. Reden destacou que o custo da tarifa é influenciado pelas gratuidades e pela queda no número de usuários. O gasto com pessoal consome 45% da tarifa de R$ 2,80; com tributos, 5%. A margem de lucro das empresas é de 8%: “Algumas têm lucro bem acima disso”, disse o auditor.