Também foram questionados R$ 4,6 milhões referentes ao cálculo das distâncias de transporte nos serviços de terraplanagem e proteção da rodovia. As supostas irregularidades equivalem a 8% do orçamento da obra, de R$ 170 milhões. O TCU deu prazo de 15 dias, a partir da notificação, para que os responsáveis pela aprovação e revisão do projeto, além das empresas participantes do consórcio, se manifestem.
O superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit) no Rio Grande do Sul, Vladimir Casa, criticou a postura do TCU de, primeiro divulgar a notícia à imprensa e depois comunicar o órgão responsável pela obra. Ainda conforme Casa, de cada dez apontamentos feitos pelo TCU sobre as supostas irregularidades, pelo menos oito são explicados depois de virem à tona. O superintendente, ainda assim, fala que vai aguardar a chegada do relatório para se pronunciar oficialmente.