O secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil (STICC), Gelson Santana, afirmou que a empresa não estaria cumprindo cláusulas estabelecidas na contratação coletiva. “O desconto de vale transporte, por exemplo, é de 3% e eles passaram a descontar 6%”, declarou.
Além disso, o adiantamento de salário não estaria sendo pago, assim como o FGTS e o vale refeição. “O que está acontecendo é o que ocorre em todo o país, um desrespeito aos trabalhadores”, disse o dirigente.
Ele afirmou que a entidade formulou um documento e entregou à prefeitura há um ano, com um projeto para evitar a precarização das obras. “Esses trabalhadores fazem obras nas unidades de saúde, como fiação e manutenção”, observou. Para ele, se esses funcionários não recebem o que é de direito, não podem prestar um bom serviço.
A Secretaria Municipal da Saúde informou que a empresa precisa regularizar um problema com a documentação e, por isso, existem débitos. O Executivo iniciou uma negociação para resolver o problema e colocar em dia os pagamentos.