A juíza aceitou o pedido do Ministério Público para processar Thor por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Ela determinou ainda a suspensão por um ano da carteira de habilitação do jovem para "garantia da ordem pública".
"Verifica-se que a medida pleiteada se faz necessária para a garantia da ordem pública, uma vez que o denunciado obteve a sua primeira habilitação para conduzir veículo automotor em 16 de dezembro de 2009, ou seja, há pouco mais de dois anos e, nesse período, teve anotadas em seu prontuário onze infrações de trânsito, sendo nove por exceder a velocidade máxima permitida para a via por que transitava", escreveu a juíza.
Os advogados voltaram a repetir o comunicado divulgado na véspera. Eles "consideram que o processo penal é um equívoco e comprovarão a inocência de Thor Batista".