Carmem argumentou que muitas pessoas dependem da casa e, por isso, decidiu manter o estabelecimento funcionando. O local foi interditado em 1º de abril e gerou prejuízos para a empresária e as cerca de 60 funcionárias. Sem detalhar quanto foi necessário para se adequar às normas, ela esclareceu que a casa vai ser reaberta tão logo a Secretaria Municipal de Urbanismo (Smurb) libere a documentação necessária.
Na época da interdição, o coordenador de prevenção da Smurb, Paulo André Machado, esclareceu que no local foram encontrados problemas na parte elétrica, como fiação exposta, na central de gás, onde havia botijões além do permitido, e na medição da área, que é imprecisa. Segundo ele, a delimitação é necessária para apurar quantas pessoas cabem na casa e determinar quantas saídas de emergências o imóvel deve possuir.